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quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Uma viagem ao tempo dos faraós

  No âmbito dos conteúdos programáticos da disciplina de História os alunos, do 7º A e 7º B da EBI de Pereira, foram desafiados a “viajar” ao tempo dos faraós.

O desafio foi aceite e a preparação para a aventura começou. A pesquisa foi o passaporte e o livre trânsito para chegar, passear e conhecer a civilização egípcia.  Deste modo, navegaram no Nilo, esperaram o período das cheias, viram a água “dar de beber à terra” e o crescimento das sementeiras. E glorificaram o rio pelas suas dádivas.


Conheceram as divindades, os seus atributos e os cultos. Encontraram símbolos sagrados utilizados como amuletos protetores, não fossem os egípcios os mais religiosos dos homens!

Entraram nos templos e nos túmulos. Assistiram ao tribunal de Osíris, quiserem saber como se fazia a mumificação e contaram com a colaboração de Anúbis.

Apreciaram o trabalho dos escribas, quiseram decifrar os hieróglifos – A escrita dos deuses. Assistiram ao corte das plantas de papiros e acompanharam todo o processo de transformação até chegarem às famosas folhas de papiro que iriam servir de materiais de registo.

 Quiseram fazer os seus papiros e os seus registos. Tinham material, aprenderam a técnica, contavam com o apoio de artesões    e da supervisão dos escribas. Mas viagem no tempo, não deu para fazer tudo. E tiveram de regressar à sala de aula   e à terra de Pereira e aos campos o Mondego.  Trouxeram na bagagem muitos “Souvenires “, muitas histórias para contar e a mesma vontade de reproduzirem folhas de papiro.

 As plantas já não tinham, mas tinham espigas de milho embrulhadas nas suas “camisas”, já não tinham os artesãos, mas tinham a mestria do professor de Educação Visual, não tinham os escribas, mas tinhas os livros.  Se não podiam fazer papiros autênticos, faziam falsos papiros e foi o que fizeram. Que para os mais distraídos passavam como verdadeiros… Mas não estamos aqui para enganar ninguém… E os trabalhos realizados foram partilhados com a comunidade educativa, através de uma exposição.



 


A atividade foi realizada em articulação com as disciplinas de História e Educação Visual e integrada nos DAC.



 

No poupar é que está o ganho

No âmbito das temáticas abordadas na disciplina Educação para a Cidadania-Literacia Financeira e Educação para o Consumo. Os alunos, da escola EBI de Pereira, do 4º ano das turmas F e G    foram esclarecidos e sensibilizados para o ato de consumir e de poupar. E perceberem que os seus comportamentos podem ter consequências, boas ou más para a sociedade em geral e para cada um de nós em particular e até para o Ambiente.




 Para melhor compreenderem estes assuntos os alunos contaram com a colaboração de dois funcionários dos CTT e por um encarregado de educação que trabalha na CCAgrícola da Carapinheira.  Que, para o efeito, se deslocaram à nossa escola e de modo muito interativo foram alertados para os perigos de se fazerem despesas desnecessárias e supérfluas.

 E como palavra puxa palavra refletiram também sobre comportamentos que podem resultam em despesas adicionais e não previstas. Como podem guardar, de modo seguro e rentável, as suas economias /poupanças. E até, como dada um pode ajudar, em casa, os pais a pouparem nas despesas domésticas.

 Estas reflexões contribuíram para a educação para o consumo destes alunos que seguramente no futuro serão consumidores conscientes. E como o ato poupar deve ser adquirido logo de pequenino porque quem não poupa não tem e grão a grão enche a galinha o papo; os alunos   fizeram mealheiros e pouparam muito dinheiro!  Reutilizaram materiais que já tinham como destino o caixote do lixo. E o resultado foi fantástico, uns mealheiros “tchnann” que podiam ser postos à venda por bom preço







 A atividade foi integrada na comemoração do “Dia Mundial da Poupança” que se assinala no dia 31 de outubro. Mas como a poupança e o consumo consciente deve ser todos os dias, continua a ser pertinente esta sensibilização ainda que a “notícia” só tenha sido divulgada agora.

     E como o tempo é dinheiro, está na hora de terminarmos, sem deixarmos de apelar ao consumo consciente e   à poupança. Poupem dinheiro amealhem o que puderam façam uma boa gestão de economias, mas ESBANJEM   o mais que puderem em afetos, tolerância, compreensão, solidariedade e outras que tais atitudes. E não se arrependam



Ano Novo, Vida Nova